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SAFE Escola de Aviação anuncia mais 10 MONTAER: eles testaram quase todas as aeronaves do mercado — e voltaram para pedir mais dez.

  • 16 de mar.
  • 12 min de leitura
MC-01 batizado com o nome do Tenente-Brigadeiro do Ar Luiz Ricardo de Souza Nascimento, o primeiro das dez aeronaves a serem entregues à SAFE
MC-01 batizado com o nome do Tenente-Brigadeiro do Ar Luiz Ricardo de Souza Nascimento, o primeiro das dez aeronaves a serem entregues à SAFE

A SAFE Escola de Aviação — a escola de aviação mais exigente do Brasil — expande sua frota de Montaer MC-01 para quatorze aeronaves. Após anos avaliando plataformas concorrentes em todos os segmentos do mercado de instrução, o comitê técnico da SAFE chegou à única conclusão que os dados operacionais permitiam. Quando confiabilidade, capacidade IFR e custo total de operação são os critérios, uma aeronave vence todas as vezes.


Quando a Escola Mais Exigente do Brasil Escolhe Você Duas Vezes

A SAFE Escola de Aviação não se tornou a instituição de formação de pilotos mais rigorosa do Brasil fazendo escolhas convenientes. Fundada em São José dos Campos — a capital aeroespacial que deu ao mundo a Embraer e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica — a SAFE foi construída do zero por comandantes de linha aérea que se recusaram a aceitar o abismo entre como os pilotos são formados e como eles irão voar pelo resto de suas carreiras.


A SAFE foi o primeiro Centro de Instrução de Aviação Civil (CIAC) do Brasil com foco intransigente em qualidade e segurança na formação de pilotos. Foi a primeira a certificar

Aeronaves Leves Esportivas Especiais perante a ANAC para uso instrucional. A primeira a operar com sistema totalmente sem papel. E pioneira na implementação de análise de dados de voo para segurança operacional e manutenção preditiva. E é a escola de aviação oficialmente recomendada pela Azul Linhas Aéreas — uma distinção reservada a instituições cuja padronização espelha as operações da aviação comercial.


A liderança da SAFE é composta por comandantes de linha aérea ativos, que trazem os padrões da aviação comercial para cada aspecto da formação de pilotos — da metodologia de briefing ao gerenciamento de recursos de cabine, passando pela escolha das aeronaves. Quando a SAFE avalia um treinador, faz isso da forma como as companhias aéreas avaliam aquisições de frota: sistematicamente, tecnicamente e sem sentimentalismo. Cada candidato passa pelo mesmo processo. Apenas um vence.


O Processo que Toda Aeronave Precisou Enfrentar

O processo de seleção da SAFE começou com um caderno de requisitos que eliminou a maior parte do mercado antes que uma única aeronave fosse voada. O comitê exigiu manuseio dócil e tolerante, capaz de inspirar confiança nos alunos desde a primeira aula. Exigiu a mais alta tecnologia disponível — um cockpit de vidro completo com capacidade IFR genuína, não uma tela VFR disfarçada de moderna. Exigiu a opção de paraquedas balístico. Exigiu a família de motores ROTAX para eficiência operacional e flexibilidade de combustível. Exigiu comprovação de cadeia de suprimentos, segurabilidade comercial no Brasil e um fabricante comprometido com o futuro da propulsão elétrica — meta que a SAFE já havia assumido publicamente.


Uma plataforma europeia foi anunciada pela SAFE em 2021 como candidata de destaque para sua frota de instrução. Ela nunca chegou. O alto custo de aquisição e a impossibilidade de segurá-la comercialmente para instrução de voo no Brasil eliminaram a aeronave antes de uma única entrega ser realizada. Inovadora no papel. Inviável na prática.


Outras plataformas concorrentes integraram a frota mista da SAFE e prestam serviço competente no ambiente de instrução. Mas nenhuma alcançou o que a Montaer alcançou: a padronização como treinador principal, seguida de um novo pedido que redobrou o compromisso. As outras preencheram lacunas. A Montaer tornou-se o alicerce.

Após uma longa lista de requisitos, a Montaer foi a vencedora — a escolhida.

Essa frase não é linguagem de marketing. É uma citação direta do comunicado oficial da SAFE sobre a parceria original.


A Questão IFR Que Separa os Treinadores dos Pretendentes

Para entender por que a SAFE construiu sua expansão em torno do Montaer MC-01, é preciso entender para onde a SAFE está levando seus alunos — e qual cockpit esses alunos precisam habitar enquanto chegam lá.


A SAFE oferece um percurso completo de formação profissional: Piloto Privado, Piloto Comercial, habilitação IFR e Instrutor de Voo, tudo entregue dentro de um único ambiente de instrução padronizado. O IFR não é um complemento opcional na SAFE. É um pilar central da formação profissional que todo aluno na via comercial precisa completar. As aeronaves que a SAFE utiliza precisam suportar instrução real em voo por instrumentos — não simulá-la, não aproximá-la, mas entregá-la com a mesma arquitetura aviônica que um piloto comercial recém-formado encontrará ao ingressar em sua primeira empresa aérea ou de aviação executiva.


É aqui que a maioria das aeronaves leves esportivas reprova no teste da SAFE antes mesmo de a conversa começar. Uma tela sensível ao toque sem um navegador certificado GPS/NAV/COMM é uma ferramenta VFR vestida com roupas IFR. Os fundadores da SAFE — comandantes de linha aérea — percebem a diferença imediatamente, porque voam IFR por profissão.


O Montaer MC-01 responde à questão IFR com uma suíte aviônica certificada completa que o coloca em uma categoria própria dentro do mercado de aeronaves leves esportivas. Em sua configuração Platinum, o MC-01 conta com um navegador certificado GPS/NAV/COMM capaz de executar aproximações ILS, LPV, procedimentos RNAV e aproximações VOR com plena validade legal — os mesmos tipos de aproximação que um futuro piloto de linha aérea voará ao longo de toda a sua vida profissional. Não é uma aproximação de treinamento. É o ambiente real de instrumentos, em uma célula leve esportiva.


Em torno dele, telas duplas Garmin G3X Touch de 10,6 polegadas fornecem informações de voo primárias com visão sintética, consciência de terreno, sobreposições de tráfego e meteorologia via ADS-B In/Out, monitoramento de motor e registro de dados de voo. Um piloto automático digital adiciona proteção de envoltório, modo de nivelamento com um toque, manutenção de altitude, gerenciamento de velocidade vertical e navegação vertical — ensinando o gerenciamento de automação em um ambiente seguro e estruturado, que é exatamente o conjunto de habilidades que as companhias aéreas buscam em seus candidatos. Um instrumento de reserva dedicado fornece atitude, velocidade, altitude e variômetro de forma independente, entregando a arquitetura de redundância que espelha os padrões das aeronaves certificadas.


No evento de lançamento da parceria original entre SAFE e Montaer, o Tenente-Brigadeiro do Ar Luiz Ricardo de Souza Nascimento, Diretor da ANAC, descreveu com precisão o problema que esta expansão de frota foi concebida para resolver: "Vamos reduzir a lacuna que existe entre os cockpits de aeronaves de 1970 e aqueles que os pilotos recém-formados encontrarão, principalmente na aviação executiva ou comercial." A suíte Platinum IFR do Montaer MC-01 elimina essa lacuna. Não a reduz. Elimina.


O Que a Equipe de Manutenção da SAFE Sabe Que os Catálogos Não Dizem


A avaliação real de uma aeronave em uma escola de aviação não acontece na cerimônia de assinatura. Acontece na porta do hangar, doze meses dentro das operações diárias de instrução. Acontece quando o técnico de manutenção revisa o diário de bordo e conta os eventos não programados. Acontece quando o chefe de instrução soma os dias em que a aeronave ficou no solo. Acontece quando o diretor de operações calcula a receita por hora de disponibilidade.


O veredicto da SAFE sobre o Montaer MC-01 está escrito nesses registros — e é claro o suficiente para justificar a encomenda de mais dez.

O argumento estrutural começa com a própria célula. No coração de cada MC-01 há uma carcaça de segurança em aço cromoly 4130 soldado — a mesma especificação de material utilizada em estruturas aeroespaciais militares. A fuselagem totalmente metálica é montada com rebites maciços de metal, e não com colagem adesiva que compromete a integridade estrutural sob o estresse diário das operações de instrução com alunos. O trem de pouso reforçado é comprovado em milhares de ciclos de instrução e nas exigentes pistas de terra e aeródromos precários do interior do Brasil — condições que revelam o verdadeiro caráter de uma célula mais rapidamente do que qualquer ensaio de certificação. Pilotos alunos são os operadores mais implacáveis que existem. O MC-01 foi projetado para eles.


O argumento do motor é igualmente convincente. A família Rotax — disponível nas versões carburada, com injeção eletrônica e turboalimentada com até 160 cavalos de potência — queima MOGAS em vez de AVGAS, eliminando o combustível de aviação de alto custo que torna a formação financeiramente inacessível para muitos alunos. Com consumo entre 14 e 19 litros por hora dependendo da configuração, cada hora de instrução custa dramaticamente menos do que em treinadores certificados comparáveis. A missão declarada da SAFE inclui tornar a aviação acessível para alunos de todos os perfis econômicos do Brasil. O Rotax faz parte de como eles cumprem essa promessa.

O argumento ergonômico é o que os fundadores-comandantes percebem imediatamente.


O MC-01 conta com um dos cockpits mais amplos e confortáveis da categoria leve esportiva — não apesar de sua construção totalmente metálica, mas porque a Montaer se recusou a sacrificar a ergonomia em busca de minimizar o peso vazio. Duplos manche para instrutor e aluno — não side sticks, não joystick central — garantem que cada hora de instrução construa a memória muscular da configuração que os pilotos usarão ao longo de toda a carreira profissional. O generoso compartimento de bagagem, acessível por uma terceira porta dedicada — algo único na categoria — torna o treinamento IFR em rotas cross-country de múltiplos dias operacionalmente prático, e não uma concessão logística.


O argumento dos sistemas de segurança encerra todas as objeções restantes. O sistema opcional de paraquedas balístico Magnum traz proteção de ocupantes de nível aeronáutico para a categoria leve esportiva — um dos requisitos originais inegociáveis da SAFE, e uma das especificações que eliminou plataformas concorrentes da avaliação antes mesmo do início dos testes operacionais.


Uma Aeronave com o Nome de um Visionário da Aviação Brasileira

O primeiro dos dez novos MC-01s a integrar a frota da SAFE foi batizado em homenagem ao Tenente-Brigadeiro do Ar Luiz Ricardo de Souza Nascimento, Diretor da Agência Nacional de Aviação Civil — ANAC — a autoridade regulatória da aviação civil brasileira e equivalente institucional da FAA norte-americana.


A escolha do seu nome não é incidental. De todas as figuras da aviação brasileira que poderiam ser homenageadas no nariz dessa aeronave, o Brigadeiro Nascimento é uma das mais adequadas — não por sua patente, e não apenas por sua autoridade regulatória, mas pelo que essa autoridade representou para o desenvolvimento da aviação geral no Brasil.


O Brigadeiro Nascimento é um visionário genuíno para a modernização da aviação geral brasileira, e em particular para o segmento LSA que tornou possível a missão de instrução da SAFE. Durante seu mandato na ANAC, foi um defensor consistente e vocal do alinhamento do marco regulatório brasileiro de aeronaves leves esportivas com os padrões internacionais — especificamente o modelo de normas consensuais da ASTM International que rege a categoria LSA nos Estados Unidos e em outras nações de aviação avançada. Ele compreendeu, com a clareza de um aviador e não o distanciamento de um burocrata, que o futuro da formação de pilotos no Brasil dependia da disponibilidade de aeronaves de instrução modernas, acessíveis e tecnologicamente sofisticadas — e que o ambiente regulatório ou viabiliza ou bloqueia esse futuro.


Ele pessoalmente abriu o histórico webinar público da ANAC sobre as novas regulamentações da categoria ALE, reconhecendo a parceria crucial entre a indústria e os servidores da agência que trabalharam juntos para implementar as emendas regulatórias que transformariam o mercado brasileiro de aeronaves de instrução. Ele não tratou a reforma regulatória como um marco burocrático. Tratou como uma missão de desenvolvimento da aviação.


Suas palavras na cerimônia original da parceria SAFE–Montaer capturaram essa visão com a objetividade de quem passou décadas no assento esquerdo: "Nós, aviadores, sabemos como os aeroclubes e centros de instrução têm uma frota razoavelmente antiga, e isso vem dos custos das aeronaves certificadas. Este negócio vai viabilizar a modernização da nossa instrução. Vamos reduzir a lacuna que existe entre os cockpits de aeronaves de 1970 e aqueles que os pilotos recém-formados encontrarão, principalmente na aviação executiva ou comercial."


Essas não foram as palavras de um regulador lendo um texto preparado. Foram as palavras de um piloto — formado pela Academia da Força Aérea Brasileira, com mais de 35 anos de experiência na aviação militar — que compreendia desde o assento esquerdo exatamente o que estava em jogo na formação da próxima geração de aviadores brasileiros.


Sua biografia carrega essa convicção em cada linha. Possui formação em Desenvolvimento Gerencial pela PUC-Rio, MBA em Gestão de Processos pela UFF e formação em Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional pela Organização de Aviação Civil Internacional — ICAO — em Montreal. Atuou como responsável pela Gerência de Tráfego Aéreo durante os Jogos Olímpicos do Rio de 2016 e a Copa do Mundo FIFA de 2014 — dois dos eventos de gerenciamento de espaço aéreo multi-agência mais complexos da história sul-americana. Sua indicação para a diretoria colegiada da ANAC foi confirmada pelo Senado Federal com 47 votos favoráveis.


Uma aeronave com seu nome, voando sob a marca Montaer, operada pela SAFE Escola de Aviação, equipada com instrumentação IFR de vidro que fecha exatamente a lacuna de cockpit que ele articulou com tanta clareza — este é um tributo com coerência estrutural. A modernização que ele defendeu publicamente encontrou sua forma física nesta aeronave. A escola ao lado da qual ele esteve em sua assinatura de frota mais consequente construiu seu futuro de instrução em torno dela. E a aeronave entrega, todos os dias, em cada voo de instrução, exatamente o que ele descreveu como o desafio definidor da aviação brasileira: fechar a lacuna entre onde os pilotos começam e para onde as carreiras os levam.


O Brigadeiro Nascimento não apenas presidiu a expansão da aviação geral brasileira. Ele acreditou nela — em voz alta, publicamente e no mais alto nível institucional. O nome no nariz dessa aeronave é o nome certo.


O MC-04: A Família Que Leva a Visão Ainda Mais Longe

A confiança da SAFE na Montaer não parou no MC-01. Quando a Montaer apresentou o MC-04 — sua aeronave de quatro lugares, turboalimentada e com capacidade IFR completa, projetada para a era pós-MOSAIC — a SAFE comprometeu-se com dez unidades imediatamente, posicionando-as em bases por todo o Brasil para uso dentro de um pioneiro programa de propriedade compartilhada.


O MC-04 pega tudo o que o MC-01 provou e escala para uma missão mais ampla. Quatro lugares. Uma cabine panorâmica com o mesmo acabamento premium e a mesma convicção ergonômica que definem a marca Montaer. O Rotax 916iS turboalimentado entregando 160 cavalos de potência, cruzeiro de 132 nós, 800 milhas náuticas de alcance e 1.300 pés por minuto de razão de subida. E a mesma suíte Garmin Platinum IFR — com capacidade completa de aproximações ILS, LPV, RNAV e VOR, piloto automático digital com proteção de envoltório, visão sintética 3D com consciência de terreno, ADS-B In/Out, integração de meteorologia via SiriusXM e instrumento de reserva dedicado para a arquitetura de redundância que o treinamento IFR sério exige.


Para os alunos de Piloto Comercial da SAFE em progressão pela habilitação IFR, o MC-04 representa exatamente a arquitetura aviônica que encontrarão ao ingressar em operações de linha aérea ou aviação executiva — entregue em uma plataforma que sua escola já conhece, confia e mantém há anos. A transição do MC-01 para o MC-04 não é um salto de fé. É uma progressão natural ao longo de uma linguagem de projeto comum, uma plataforma aviônica compartilhada e uma relação com o fabricante que a SAFE já verificou através de milhares de horas operacionais.


A fuselagem e as asas totalmente metálicas, a carcaça de segurança em tubo de aço 4130 soldado, rebites maciços de metal, freios de alta resistência, uma asa de alta sustentação projetada para características resistentes à parafuso e uma hélice de passo variável hidráulica de quatro pás — o MC-04 reflete a recusa da Montaer em comprometer a integridade estrutural em qualquer nível de sua linha de produtos. O sistema de paraquedas balístico permanece como opção, consistente com a filosofia de segurança de toda a frota da SAFE.


Todo Piloto Merece Voar

Entre os compromissos mais significativos da Montaer está um que recebe menos atenção do que gráficos de desempenho e especificações IFR — e merece muito mais.

A Montaer oferece sistemas de controle adaptados instalados de fábrica para pilotos com deficiência nos membros inferiores — disponíveis tanto no MC-01 quanto no MC-04, sem custo adicional. Não são retrofits. Não são pedidos especiais que exigem meses de revisão de engenharia e incerteza regulatória. São opções padrão de produção, com o mesmo padrão estético preciso de todos os outros componentes Montaer, integradas à aeronave na fábrica com o mesmo nível de artesanato aplicado a cada outro sistema a bordo.


Um piloto com deficiência senta no mesmo cockpit premium, diante das mesmas telas Garmin IFR, voando a mesma aeronave capaz e pronta para o MOSAIC — com controles configurados para sua fisiologia, em vez de forçar sua fisiologia a se conformar com os controles convencionais. A Montaer tomou uma decisão que a maior parte da indústria tem evitado: acessibilidade não é equipamento opcional. É um padrão de projeto. E porque é tratada como padrão de projeto e não como acomodação especial, não custa nada a mais para o cliente.


Para uma escola como a SAFE, cuja missão fundadora inclui ampliar o acesso a carreiras na aviação em todo o espectro demográfico e econômico do Brasil, esse compromisso não é incidental à decisão de frota. Está filosoficamente alinhado com tudo aquilo para o qual a SAFE foi construída.


O Que Quatorze Aeronaves Dizem o Que Nenhum Catálogo Consegue Dizer

O mercado de aviação está cheio de press releases. Está muito menos cheio de ordens de compra repetidas de operadores tecnicamente exigentes que já submeteram cada alternativa a uma avaliação sistemática e plurianual com consequências operacionais reais.


A SAFE submeteu as alternativas. Seu comitê técnico elaborou um caderno de requisitos que eliminou a maior parte do mercado no papel antes que uma única aeronave concorrente fosse voada. Anunciaram um candidato europeu de destaque e viram-no ser eliminado por inviabilidade de seguro antes da entrega. Integraram outras plataformas capazes em uma frota mista e as voaram ao lado da Montaer ao longo de milhares de horas de instrução. Registraram os eventos de manutenção, calcularam os custos operacionais, avaliaram os resultados do treinamento IFR e acompanharam seus alunos na transição do cockpit do MC-01 para posições na aviação profissional.


Ao fim de tudo isso — com quatorze aeronaves ostentando o nome Montaer em suas caudas, uma delas carregando no nariz o nome de um dos visionários mais consequentes da aviação brasileira — o veredicto da SAFE está registrado não em um press release, mas em uma ordem de compra.


Após uma longa lista de requisitos, a Montaer foi a vencedora — a escolhida.

E continua sendo.


Para especificações completas do Montaer MC-01 e MC-04, configurações de aviônica IFR, opções de controle adaptado e representantes autorizados no Brasil e nos Estados Unidos, acesse montaeraircraft.com ou entre em contato com a Montaer Aircraft LLC no Aeroporto Municipal de DeLand, DeLand, Flórida ou com a fábrica em Feira de Santana, BA.


Para programas de formação de pilotos, informações sobre a frota e inscrições na SAFE Escola de Aviação nas bases de São José dos Campos e Campinas, acesse voesafe.com.br.

 
 
 

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